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CTO as a service

Liderança técnica fracionada: um CTO experiente, algumas horas por semana, para definir prioridades, contratar e avaliar o time e garantir qualidade sem o custo de um executivo em tempo integral.

Um diretor de tecnologia em tempo integral custa, somando salário, encargos e benefícios, mais do que a maioria das empresas em crescimento consegue justificar. Ao mesmo tempo, deixar a tecnologia sem liderança sênior sai caro de outro jeito: fornecedores sem cobrança de qualidade, time júnior sem direção, decisões de arquitetura adiadas até virarem crise. O CTO as a service resolve esse intervalo: liderança técnica experiente, contratada pela carga necessária, sem vínculo de tempo integral.

O que o CTO fracionado faz na prática

  • Direção: traduz objetivos de negócio em roadmap de tecnologia com prioridades claras e prazos realistas.
  • Time: desenha a estrutura, participa de entrevistas, avalia entregas e ajuda a reter quem é bom.
  • Fornecedores: lê propostas, negocia escopo e cobra qualidade de agências e freelancers.
  • Qualidade e segurança: define padrões de código, revisão, testes, backups e acesso, e verifica se estão sendo seguidos.
  • Custo: revisa gastos com nuvem, licenças e ferramentas, e corta o que não gera retorno.
  • Presença: participa das reuniões de diretoria e de conversas com investidores ou clientes grandes quando tecnologia é o assunto.

Modelos de contratação

O formato mais comum é uma dedicação fixa semanal, entre 8 e 20 horas, com presença em rituais do time e canal direto com a diretoria. Para momentos específicos, como uma due diligence técnica, a estruturação de um time ou a virada de um produto, montamos um engajamento por projeto com começo e fim definidos. Em ambos os casos, o profissional é um engenheiro sênior da Gear que constrói sistemas hoje, não apenas fala sobre eles.

Como começa

  1. Diagnóstico do momento: sistemas, time, fornecedores, custos e o que a empresa quer alcançar em 12 meses.
  2. Plano dos primeiros 90 dias: as três ou quatro frentes que mais mudam o resultado, com responsáveis e métricas.
  3. Rotina: reunião semanal com a liderança, acompanhamento do time e revisão de entregas.
  4. Revisão trimestral: o que avançou, o que muda e se a carga contratada ainda faz sentido.

O que não é

Não é um desenvolvedor sênior alugado por hora, nem um consultor que entrega um relatório e desaparece. É liderança contínua, com responsabilidade sobre o resultado da área de tecnologia enquanto o contrato durar, e com o compromisso de preparar a empresa para ter, quando fizer sentido, um CTO próprio.

Perguntas frequentes

Perguntas sobre cTO as a service

Quantas horas por semana são necessárias?

Entre 8 e 20 horas semanais cobre a maioria dos casos. O diagnóstico inicial indica a carga adequada e ela pode ser ajustada a cada trimestre.

O CTO as a service também desenvolve?

O papel é de liderança: prioridades, arquitetura, time e qualidade. Quando há necessidade de mão de obra, a Gear pode compor um time de engenharia à parte, com o mesmo responsável técnico.

Funciona para empresa que já tem time de desenvolvimento?

Sim. É comum o time existir e faltar direção sênior. O CTO fracionado define padrões, prioriza e faz o time render mais, sem substituir ninguém.

Como fica a confidencialidade?

Contrato com cláusula de confidencialidade e não concorrência no segmento, acesso controlado aos sistemas e registro das decisões em documentação que fica com a empresa.

Conte o desafio. Um engenheiro responde em 1 dia útil.

Em 30 minutos, mapeamos o processo e indicamos por onde começar: produto pronto, sob medida ou os dois.